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MEU SENHOR E MEU DEUS

Como posso retribuir ao Senhor toda a sua bondade para comigo?
Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor.
Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo.
Salmos 116:12-14
Hoje 37 anos no Caminho e seguindo. 
GLÓRIA A DEUS!!!

QUERO SER PROFETA DA CONCILIAÇÃO

Quero ser profeta, que fala com graça e misericórdia. Quero falar toda verdade de Deus, em amor. Quero ser profeta que denuncia os pecados dos que são do mundo e dos que são da igreja, em lágrimas. 

Quero ser profeta que se indigna com a indiferença das pessoas em relação a Glória de Deus, que se ira quando a Palavra de Deus é deixada de lado. Quero ser profeta que fala aos homens a Palavra de Deus no mesmo tom do Senhor Jesus. 

Quero ser profeta que não tem cumplicidade com o erro, seja ele qual for e de quem vier, mas que tem paciência até alcançar os induzidos ao erro por aqueles que sabem o que estão fazendo, embora aqueles não. 

Quero ser profeta que embora inflamado pela indignação contra o pecado sabe conter suas palavras até o momento oportuno de dizê-las. Quero ser profeta que sabe quando é tempo de falar e quando é tempo de calar, olhar e apenas orar. 

Quero ser profeta que sabe abrir mão da razão - afinal caminhar a segunda milha é preciso tanto quanto deixar que levem capa e túnica. Quero ser profeta que sabe que entre direito e razão 1Cor 13 é uma verdade incontestável. 

Quero ser profeta que sabe não ser nada - além daquilo que Cristo mesmo fez por e em mim. Quero ser profeta que escreve com letras minúsculas - para que se saiba que o tom da fala é de um amigo para outro - tipo Jesus e João na última ceia. 

Quero ser profeta que sabe manter-se calado, por um momento. Quero ser profeta da conciliação. por Robespierre Machado

JOVEM CRISTÃO: RESGATANDO VALORES

Galera jovem da Assembleia de Deus em Jardim Esperança 
Ontem, domingo dia 04/12 fomos abençoados com um rico bate papo - chamado de palestra - com os jovens da Assembleia de Deus em Jardim Esperança (ADESAL/Setor 20) liderada pelo Pr. Antonio Cordeiro.

Eu e Bynha não vamos esquecer de vocês. A foto ficou cheia de luz, é foto de crente, não poderia ser de outro jeito (rsrsrs). No post abaixo você poderá conferir uma síntese do que rolou nessa divertida conversa. O resto só para quem marcou presença.

Introdução

Resgatar valores éticos, morais, comportamentais e bíblicos é, sem duvida, o maior de todos os desafios do jovem cristão na atualidade.

À sua volta tudo conspira contra essa intenção de alma e coração. É preciso uma profunda reflexão pessoal quanto aos propósitos pessoais e em como torná-los realidade prática no decorrer do cotidiano diário.

Resgatar: Recuperar algo cedido a outrem mediante pagamento do preço, resgatar um objeto (Aurélio); Obter à custa de algum sacrifício, Recuperar, remir do cativeiro, pagando certa quantia ou dando presentes (Michaelis).

As definições em dicionários para resgatar ressaltam sempre o ato, a ação de reaver algo precioso com sacrifício, mediante pagamento.

O Coração

Sobre tudo o que e deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida (Pv 4.23). Salomão previa que mesmo tendo a certeza da proteção divina, deveríamos guardar o nosso coração na certeza de que se os nossos desejos estivessem de acordo com a vontade diretiva de Deus, permaneceremos no caminho do Senhor.

Como fazemos isso, como guardamos o coração? Na página do Webservos encontrei uma proposta interessante: Guardar o coração é cuidar em protegê-lo, não expô-lo aos impetuosos embates da vida mundana sendo firmes na esperança, seguindo para o alvo que conduz a salvação (Fp 3.14).

João, o apóstolo, em sua primeira carta: Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno (1 Jo 2.14).

É necessário, portanto, primeiramente, estabelecer como alvo o que almejamos resgatar definindo/identificando: princípios, valores etc.

Referência: Relação de duas coisas entre si; indicação da fonte onde podem ser colhidas informações; ato de referir alguma coisa a uma autoridade.

Princípios: Fonte primária ou básica; aquilo do qual alguma coisa procede na ordem do conhecimento ou da existência; doutrinas fundamentais ou opiniões predominantes.

Valor: O preço atribuído a uma coisa; apreciação feita pelo indivíduo da importância de um bem.

A matriz geradora

De acordo com a Bíblia Sagrada a depravação humana está no coração. O pecado é um principio, e como tal, ele tem o seu lugar no centro da vida interior, a respeito do qual falou Paulo (Rm 7.15-25).

O coração é o centro da vida física e ocupa o lugar mais importante no sistema humano. Por transição fácil, a palavra carne representa toda a atividade mental e moral do homem, tanto os elementos racionais e emocionais. Usando outras palavras, o coração é usado figurativamente para aludir as fontes ocultas da vida pessoal.

Então, costumes, práticas, vontades e sentimentos têm sua matriz geradora no coração, que, como visto acima, é a fonte de todos os sentimentos humanos quer sejam bons ou maus. O coração é usado figurativamente para aludir às fontes ocultas da vida pessoal.

Importante: Olhos e ouvidos são as principais portas da mente e coração. O que controlar sua mente dominará sua vida! (Rm 12.1,2)

Costumes

Regras, práticas ou usos antigos observados, admitidos e respeitados por um povo, uma cultura. Os costumes não são atemporais, não são independentes do tempo, antes são afetados por ele. Em cada geração assumem configurações próprias do seu tempo e época.

Práticas intraculturais adotadas pelo povo cristão devem subordinar-se, independente de tempo e geração, aos princípios fundamentais da Palavra de Deus. Esse é o principio essencial do comportamento da comunidade eclesial, onde a juventude também está inserida.

Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam (1 Cor 10.23). Esses princípios evangélicos são inegociáveis.

O jovem e a igreja

Nos anos 50 do século passado embalados pelo Rock and Roll e na década seguinte pelo movimento Hippie novas posturas relacionais e sociais foram adotadas pela juventude ocidental. Isso afetou principalmente as relações com os pais, família e a escola. Princípios da autoridade paternal, do estado, regras morais e comportamentais foram contestadas e até ignoradas.

Essas novas influências foram, guardadas as proporções, sentidas na igreja da época e nos anos seguintes e ainda hoje, mais de cinqüenta anos depois, refletem nos comportamentos.

Quanto a você, rapaz ou moça ouça atentamente o chamado do Espírito Santo ao compromisso de andar com Jesus tomando a cada dia sua cruz (Lc 9.23) renunciando toda e qualquer ingerência de ordem não bíblica na sua vida. Eu vos escrevi jovens porque sois fortes (1 Jo 2.14) é o que afirmou o apóstolo João, ele que um dia também foi jovem e dedicou naquele tempo sua vida ao Senhor.

Entendemos que com mente e coração renovados conforme Rm 12.1,2 você poderá com fé, firmeza e autoridade da Palavra de Deus fazer as escolhas que são conforme a vontade D’Aquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz e no Seu livro tudo antecipadamente escreveu (Sl 139.14-16).

Como pais de filhos jovens e como jovens que também já fomos conhecemos as expectativas do seu coração. Por isso afirmamos no Senhor, com absoluta certeza, que você, assim como milhões de outros jovens em todo mundo, será vitorioso se com propósito de coração N’Ele fielmente permanecer (1 Jo 2.14).

Soli Deo gloria!

MISSÕES - ANUNCIANDO O DESEJADO DAS NAÇÕES

Eu e minha mulher temos dedicado parte de nossas vidas ao ministério de promoção de missões. Com alegria temos ido a diferentes lugares onde o Senhor nos tem enviado para ensinar e pregar sobre esse tema. Nessa palestra, por graça do Senhor, desejamos compartilhar com você alguns conceitos que envolvem as questões missionárias e os seus desafios.

Não é nosso propósito esgotar o assunto nem propor uma forma definitiva de atuação. Entretanto é importante que se saiba que vocações e envolvimento com missões não acontecem ao acaso, mas sempre serão fruto de permanente e contínuo ensino bíblico, oração e muita informação do campo missionário. Queremos encorajar você a perseverar firme nesse ministério para o qual o Senhor lhe tem chamado e comissionado. O nosso desejo e a nossa oração é que você veja esse trabalho como de fato é: Um Ministério.

Em oração, trazemos a essa conferência algumas questões desejando que por elas sejamos incentivados a ir mais longe e mais rapidamente proclamando o Desejado das nações! (Mc 16.15/Ag 2.7).

Introdução
Continuamente a história do povo de Deus na antiguidade tanto quanto agora tem sido marcada pelo chamado e envio de homens e mulheres que receberam missões específicas para laborarem no serviço do Mestre. Desde Enos (Gn 4.26) quando se começa a invocar o Nome do Senhor, Noé, Abraão, Enoque, Jonas, Débora, Jeremias, Maria, Pedro, Paulo, Gunnar e Frida Vingren, Daniel Berg, Otto e Adina Nelson, Euclides Arlindo Silva (primeiro missionário enviado pela Igreja Assembleia de Deus em Salvador) e tantos outros. 

Quatro princípios básicos
Questão importante: Há indicadores eclesiais no Novo Testamento que formatem um modelo missionário permanente para a igreja? Vejamos:

1. A igreja existe para estender o Reino de Deus em toda a terra. Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus (Ef 3.10);

2. Cada membro deve ser treinado e preparado para participar deste propósito glorioso. E alguns dias depois, disse Paulo a Barnabé: Tornemos a visitar nossos irmãos por todas as cidades em que já anunciamos a palavra do Senhor, para ver como estão e Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos (At 15.36,37);

3. A experiência íntima do amor de Cristo é o poder que capacita para este fim. E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti (Mc 5.18,19);

4. A Palavra de Deus e oração é o segredo, a fonte, de tudo isto. Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram (At 13:3).

Os Morávios
Cerca de duzentos anos após a Reforma Protestante de 1517 os morávios do século 18 em Hernhut, na Alemanha, iniciaram um projeto de envio de missionários à todas as nações. Mais de 2150 membros de sua igreja foram enviados como missionários naquele período. A ação missionária utilizou pessoas simples e comuns de coveiro a lavrador, de sapateiro a oleiro e até como escravo vendido. Na história da igreja moderna a concepção sobre missões nunca mais foi a mesma depois dos morávios.

Influenciando tudo a sua volta
A Igreja dos Irmãos Morávios continua ativa hoje, mas seu legado é visto também em outras denominações. John Wesley foi grandemente influenciado pelos morávios e incorporou algumas de suas preocupações ao movimento metodista. William Carey, muitas vezes considerado o pai das missões modernas, estava, na verdade, seguindo os passos dos missionários morávios. Comentou ele em determinada ocasião. “Será que não poderíamos seguir seu exemplo e, em obediência ao Senhor, ir ao mundo e pregar o evangelho”?

A igreja brasileira
É fruto do trabalho de missionários que vieram de outros países. Os primeiros: irmãos hunguenotes em 1557 no Rio de Janeiro; depois reformados holandeses no Recife em 1624. Luteranos no Rio Grande do Sul e metodistas em São Paulo no inicio do século 19; batistas na Bahia e presbiterianos na capital federal na metade desse mesmo século. Por último suecos e ítalo-americanos trouxeram o agora centenário movimento pentecostal representado pela Assembleia de Deus e Congregação Cristã no Brasil.

Hoje continuamos desafiados com os clamores inadiáveis e as urgências do campo (Mt 9.37,38; 13.38). A Janela 10/40, as mais de 100 tribos indígenas brasileiras sem presença de igrejas e missionários são apenas alguns poucos exemplos da realidade atual.     

O nosso participar
1)  Como anunciar, proclamar a Cristo nas nações a partir da congregação local?

2) O atual modelo de visão e valores missionários é contemporâneo, atendente as demandas atuais?

A questão vocacional
1)  Fui realmente chamado, tenho convicção? 

2|)  Para o que fui chamado, qual o meu lugar?

3)  Como fazer para atender esse chamado?

Qual a minha parte
1) Com Joelhos que oram? Pés que vão? Mãos que abençoam?

2)  Como posso me envolver?


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Palestra ministrada na 11ª Conferência Missionária da AD/Mata Escura em 13/11/2011
por Robespierre Machado, pastor nas Assembleias de Deus em Salvador
robespierremachado@gmail.com

MANIFESTO DE ORAÇÃO

Pastor Robespierre Machado
Milhares de cristãos em todo mundo estão clamado por um retorno à prédica e prática da Palavra de Deus na vida normal da igreja com a observância de seus postulados e indicadores éticos, comportamentais e espirituais. Estão clamando para que a igreja encontre o caminho que a reconduza de volta a Palavra, o caminho de volta para o altar da consagração incondicional e da santidade plena. 

As Sagradas Escrituras continuam indicando que o caminho de volta, o recomeçar, ainda passa pelos trâmites e caminhos eternos. Os mesmos de sempre: 2 Cr 7.14.  

Estamos cansados. É o que homens e mulheres da igreja, de todas as idades, e de todos os lugares, estão afirmando e por diversas formas e meios tentando expressar e se fazer ouvir. Cansados? Sim, cansados de pregações repetitivas – não a repetição do texto bíblico – mas das temáticas com viés nas doutrinas deterministas, da prosperidade, do triunfalismo, do pseudo-profetismo, da auto-ajuda isto quando não estão eivadas de conceitos das ciências psicológicas em detrimento do puro e verdadeiro ensino bíblico – Sola Scriptura.

Cansados, sim, de liturgias extravagantes e pregadores profissionais que valorizam a performance em detrimento do conteúdo bíblico escriturístico que suas mensagens deveriam apresentar; dos modismos contemporâneos que sutilmente se introduziram e têm dominado mentes e vontades – sem conhecimento o povo pode ser destruído (Os 4.6). 

Como os puritanos ingleses do século 17, ou os irmãos na outra América do final do século 19 e início do 20, apenas para citar exemplos histórico dentre tantos outros, que clamavam pelo retorno a simplicidade do evangelho na vida da igreja e a prática das suas verdades essenciais estamos clamando também. 

Queremos ouvir a Palavra de Deus. Não queremos ouvir palavra, histórias, casos, sonhos e visões do coração e mente de pessoas que afirmam falar pelo Senhor, enquanto suas mensagens não resistem ao antigo e comprovado teste bereano, elementar e primário – a confrontação com as Sagradas Escrituras. 

Desejamos que retornem aos púlpitos da igreja a pregação expositiva onde se nos faça entender o que se lê (Ne 8.1-8) bem como os estudos bíblicos. Que as nossas músicas e hinos expressem o som do céu. Abandonemos, repudiemos, letras antropocêntricas – centradas no homem e no seu eu. Que as nossas canções glorifiquem a Ele e expressem doutrina bíblica; precisamos ouvir repetidamente esse tema daqueles que nos ministram (Fl 3.1; 2 Pe 1.12).  

Apesar de tudo, e por tudo isto, não desistiremos, não abriremos mão de nossas igrejas antes continuaremos nelas, orando e clamando ao Senhor para que a Sua Glória de novo encha plenamente as nossas comunidades eclesiais para que expressem no mundo o seu objetivo fim: "Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor" Efésios 3:10-11.

Desejamos contribuir para que retornemos aos princípios bíblicos que um dia fielmente expressamos. Voltemos aos antigos princípios da oração, do jejum da vida de consagração. Isso não é saudosismo. Se o fosse então não deveríamos desejar acontecer em nossa geração o que lemos nas Escrituras – por exemplo, em Atos dos Apóstolos.  

Há um clamor incontido no coração de milhares de irmãos e irmãs por um avivamento espiritual que nos traga em abundância a plenitude do Espírito Santo, dons espirituais, intenso desejo pela Palavra, temor, santidade, renovação diária na expectativa da breve volta de Jesus.     

Se você tem chorado diante do Senhor e clamado ”renova os nossos dias como dantes” (Lm 5.21) desejando tempos de refrigério e renovação de princípios, continue orando e crendo. Os antigos meios continuam sendo os que realmente funcionam (At 4.31). O Senhor não mudou (Hb 13.8).

Engaje-se, participe, desse mover de oração por renovação espiritual na vida da igreja. Comprometa-se a orar, chorar, interceder, clamar. Ponha-se na brecha (Ez 22.30). Leia novamente 2 Cr 7.14.

Quero incentivar você a compartilhar essa mensagem com outros irmãos e irmãs na igreja para que também se integrem e participem desse mover de oração – É TEMPO DE ORAR. Tire muitas cópias dessa mensagem e repasse aos irmãos, oriente-os a fazer o mesmo, repassando a outros. Leia Sl 126.6.  

É TEMPO DE ORAR

Estamos conectados como uma Rede de Oração. Se você tem clamado por uma nova reforma, um novo avivamento compartilhe conosco a sua visão. Para receber mensagens ou compartilhar informações envie um e-mail para robespierremachado@gmail.com. Não esqueça de indicar seu nome, seu bairro, sua igreja. 

No amor de CRISTO JESUS!!

Robespierre Machado
pastor, servindo ao Senhor na AD em Salvador

Salvador/BA, Primavera de 2011. Ano 494 da Reforma Protestante.

ELE É SOBERANO

por Robespierre Machado

Mulher, viúva e mãe. Dinheiro, recursos, alimentos não faziam parte do seu dia a dia. A sociedade fenícia da época não ligava pra gente assim. Que morram.

Aquela refeição seria a última para si e sua descendência. Enquanto pensa eis que surge um homem que fala um idioma diferente, parece judeu e como estranhas eram suas roupas. De onde ele veio? Fugindo de Jezabel vem se esconder justamente no reino do pai da mesma? pensa ela certamente.

Ousado, como é todo o conjunto da sua vida, é o seu pedido: a comida que você tem - dê para mim! E ela deu! O resto da história você já sabe: enquanto a seca durou farinha e azeite não faltaram. Mas como os milagres de DEUS são sem limites, mais um: o seu filho foi ressuscitado.

Para quem tem imaginado ser alguma coisa, pense sobre isso - uma estrangeira ao povo escolhido, pobre e faminta - diríamos uma fenícia idólatra - é a primeira pessoa descrita na Bíblia como a ter alguém devolvido pela ressurreição, seu filho.

Pois é!! Pare com essa coisa de querer entender DEUS. Perceba de uma vez por todas: Ele é SOBERANO. Sem superlativos, Ele não pode ser dimensionado, nem teologicamente.

INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA FAMÍLIA E IGREJA

A palestra de hoje aborda um tema controverso e de difícil conciliação até mesmo no âmbito das famílias. Já vivemos o extremo onde toda e qualquer exposição midiática era vedada aos crentes. Época em que a TV era literalmente proibida, o cinema proscrito, a página impressa vista com reservas. 

Estariam equivocados os nossos pais ao manter e estimular tais proibições? Com tais atitudes cerceavam eles à liberdade de escolha dos seus contemporâneos? Se vivêssemos naquela época, como reagiríamos a todo esse ímpeto comportamental que fundamentado na égide teológica vigente comandava mentes e corações e que presentemente já não impacta o nosso cotidiano? 

Surge então outra questão. As famílias foram beneficiadas com o alargamento de fronteiras e conceitos que possibilitaram incorporar ao cotidiano do lar as diversas formas de acesso a informação e entretenimento? Por formas variadas de mídias leia-se: TV, Internet, rádio, jornais, revistas entre outras.

Se por um lado vivenciamos no passado o extremo do cerceamento, por outro experimentamos presentemente a liberalidade extrema no que diz respeito ao tema abordado. Um agente externo deveria nos parar, reeducar-nos. Entendo que não pois conscientemente temos avançados os limites do aceitável, somos responsáveis por nossas atitudes. Leia atentamente 1 João 2:27 “E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis”

Estamos como que diante de uma estrada bifurcada que não nos oferece indicações para, nem como prosseguir a partir do ponto onde nos encontramos. Em busca desesperada por solução, talvez alguém propusesse: “quebrem-se todos os aparelhos de TV e não escape nenhum computador ou notebook, quanto às revistas sejam queimadas”. Resolveria?

Essa atitude conciliaria os nossos conflitos relacionais com as múltiplas mídias a que estamos expostos diariamente no lar, trabalho, escola e até na igreja? Não creio. Entretanto conciliados com a Escritura Sagrada, a Palavra de DEUS, chegaremos a conclusões espiritualmente inteligentes obtendo direção certa; Salmo 101.2 “Portar-me-ei com inteligência no caminho reto. Quando virás a mim? Andarei em minha casa com um coração sincero. 3 Não porei coisa má diante dos meus olhos”.

ALERTAS

1) Em oração busque a forma ideal com que sua família tratará a questão em acordo e unidade;

2) Questione sempre: “É correto, há alguma edificação em assistir esse programa na TV ou vídeo/filme?”;

3) Defina previamente padrões para a programação televisiva, filmes e páginas web que sua família consumirá;

4) Filhos precisam e devem ser orientados e às vezes contrariados. Portanto não permita que suas crianças gerenciem o controle remoto/mouse no seu lar;

5) Pergunte-se sempre: “Quem estou colocando por meio da TV/computador na sala do meu lar onde JESUS habita?”

6) As atitudes e diálogos que são encenadas na TV/filmes seriam permitidos na sala, ou aposentos de sua casa?

7) Filhos, seus pais podem navegar nas páginas web que você acessa?

8) Os filmes de TV/vídeo que assiste só, podem ser assistidos por seu cônjuge e filhos?

9) As páginas que freqüenta na Internet podem ser acessadas por seu cônjuge e filhos?

10) Pergunte-se todos os dias: O que minha família tem consumido em informação e entretenimento por TV, rádio, Internet e jornais pode ser apresentado ao Senhor JESUS?

Concluindo, deixemos que a Bíblia fale: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” Filipenses 4.8.
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Pr. Robespierre & Profª Ederylda Machado
Palestra ministrada na Semana da Família na Assembléia de Deus em Tancredo Neves 
Outono 2010